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Gestor de RH - Parceiro estratégico na adaptação e no legado das empresas

Atualizado: Ago 17

Para lidar com os impactos da pandemia, muitas empresas precisaram se adaptar. A humanização ganhou força, assim como o trabalho remoto - que forçadamente aderiu à rotina de organizações que nunca antes sequer pensaram em adotá-lo. Mais do que isso, muitos negócios precisaram se reinventar para sobreviver, moldando novas estratégias para não perder clientes e manter a geração de caixa.

Outros não tiveram a mesma sorte e precisaram optar por demissões, renegociações de dívidas, suspensões contratuais, reduções de salário, entre outras modalidades para sobreviverem.


Neste contexto, nos últimos meses o protagonismo dos profissionais de Recursos Humanos ou Gestão de Pessoas se apresentou ao mercado. Coube ao RH se fortalecer para cuidar do bem-estar de seus colaboradores, atuando na promoção da saúde mental (até por conta dos sentimentos de angústia, tristeza e depressão proporcionados pelo isolamento social), mas também a se questionarem: como será o pós-pandemia ou até haverá pós-pandemia?


Pelo observado, ninguém estava preparado para a proporção a qual o novo coronavírus assumiu e para todas as mudanças que, por razões óbvias, foram feitas. Por conta disso, a exigência sobre o profissional de RH tende a aumentar.


O profissional de gestão de pessoas que, em suma, já tinha como responsabilidade ser parceiro do negócio, fazendo uma gestão eficiente de recursos e entre eles recursos financeiros, capaz de alavancar produtividade e os resultados desejados, tem agora de fazer tudo isso com muito mais dinamismo, de forma rápida com flexibilidade e adaptabilidade.


Não há tempo para ensaios ou longas reuniões. A situação demanda análises cautelosas, mas com respostas rápidas. Todos estão cedendo em alguma coisa, por isso, é importante fazermos o nosso melhor e sermos mais flexíveis.


Ainda que decisões difíceis e duras precisem ser tomadas, não podemos deixar de lado a empatia e o respeito pelo próximo.


O profissional de RH precisará ser mais estratégico do que nunca. As relações de trabalho vão mudar, a dinâmica de líderes e liderados será alterada, será preciso traçar o novo perfil dos profissionais do futuro, dentre outras ações contributivas na transformação cultural que está a caminho.


A capacidade de se adaptar ao “novo mundo” será fator determinante para as empresas sobreviverem à pandemia e ao pós-crise. Além disso, as áreas deverão atuar com maior sinergia em um trabalho mais cooperativo e sincronizado.


O RH terá mais substantivo em suas ações. Não há mais espaço para o trabalho básico ou elementar do dia a dia e para que as os caminhos do futuro sejam abertos será obrigatório o desprendimento do passado.





Gilmar Silva de Andrade

Vice-Presidente da ABRH-PR















Associação Brasileira de Recursos Humanos no Paraná (ABRH-PR)

Lições para pessoas e empresas no pós-pandemia


Primeiro tivemos que nos reinventar e transformar algumas de nossas atividades presenciais em digitais, tais como os nossos grupos de estudos e workshop e passamos a realizar diversas lives semanalmente, todas as 3ª feiras às 17h, com temas relevantes referentes às melhores práticas, aprendizados, informações sobre o mercado e saúde. Questões que proporcionem reflexões e possam agregar, pois a troca de informações e experiências é um fator diferencial em momentos como este.


Sabemos que precisamos de um esforço conjunto para vencer uma crise sem precedentes. Temos um programa chamado SuperAção, um workshop online e 100% gratuito que acolhe e orienta aos profissionais que buscam uma nova colocação no mercado.


Temos uma equipe de voluntários especializada no tema que além do workshop, compartilha posições no telegrama com o objetivo de apoiar esses profissionais, para que sejam protagonistas do seu processo de retorno ao mercado.


Temos apoiado as empresas em suas jornadas de gestão de crise com conteúdos, compartilhamento de melhores práticas, em reflexões sobre home office, questões de legislação e discussões sobre o futuro do trabalho. Recomendamos que suas estratégias e ações sejam baseadas em uma gestão humanizada.


Cabe salientar que, através de nossas mídias sociais, as pessoas podem acompanhar nossas iniciativas e uma grande quantidade de conhecimento que disponibilizamos todos os dias.



Andréa Barcellos Gauté

Presidente da ABRH-PR














Créditos: Artesania Comunicação Jurídica

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